Mais uma homenagem para meus amigos do Felguk! Admiro vocês! E podem contar comigo sempre!
Filmei a parte da música que eu mais gosto, a construção melódica e harmônica do break da track “Do You Like Bass”! Inclusive, estou preparando, junto com meu amigo Ilan Kriger, um remix irado dessa track pro meu novo Live! Aguardem! No final do vídeo tem mais um trecho do hit “Dance Forever”. Se liga no povo pulando! Demaissssss!
Gus, não esquece do exercício que te passei na festa (capítulo 3) – hahahahaha
Há muitos anos atrás, aproximadamente no ano de 2001, ainda na faculdade, eu li um texto sobre as culturas primitivas. Uma das coisas que mais me chamou atenção no texto, foi que nos rituais primitivos, os homens utilizavam da repetição rítmica (música ruidosa) e da exaustão física (dança) para alcançar estados alterados de consciência, ou seja, o transe.
Na hora fiz associação com uma das vertentes (mais populares) da música eletrônica chamada: trance (em inglês), que em português significa transe. Mera coincidência? Claro que não! Esse gênero nasceu em Goa, na Índia, e sempre teve como base o propósito de transcender a mente, a consciência. Sem contar que a música eletrônica também trabalha com repetição rítmica e dança exaustiva, não é de mais?
Foi nesse momento que nasceu a idéia de escrever meu livro (A Modernização da Musica Primitiva) que fala justamente sobre essa relação. Então, de lá pra cá passei a pesquisar muito sobre as culturas e rituais primitivos e me aprofundei na cultura musical eletrônica.
Olha que interessante: hoje resolvi procurar no dicionário o significado da palavra transe, acompanhe o que eu encontrei:
1. Grande apreensão de mal que se crê próximo.
2. Agonia.
3. Angústia; aflição.
4. Duelo, combate.
5. Desmaios.
6. Raptos; êxtases.
Ufa, achei que não ia encontrar, mas a última palavra foi êxtase, o sentido mais próximo do que eu estava buscando. O que me deixou surpreso e fascinado nessa pesquisa foi à quantidade de palavras que apareceram relacionadas com o contrário do que eu estava buscando: como aflição, agonia e angústia. Não é incrível o mundo dual em que vivemos? O amor e o ódio caminhando sempre juntos…
E a transa, será que tem alguma relação? Acompanhe a pesquisa:
1 Entendimento, acordo, pacto.
2 Ligação, trama, conluio.
3 Relação amorosa.
Ufa, de novo no finalzinho (rsrs): relação amorosa!
Pra você é possível ampliar a consciência transando? Pra mim é.
O trance eletrônico, o transe espiritual, a transa sexual, pra mim, tudo tem haver com amor, com consciência, com plenitude. Mas dá pra sentir aflição em ambos os casos? Nossa pesquisa mostrou que sim, e na prática posso perceber que sim também.
O mais importante é estar bem. Assim conseguimos colocar o foco “de luz” onde queremos.
A minha conclusão é: com a consciência do nosso auto-combate diário, percebemos a agonia, encaramos a angústia, compreendemos a aflição, acordamos o pacto, tramamos a relação amorosa e enfim, podemos terminar em êxtase! ))))
Que todos os seres sejam felizes!
Levei minha câmera pra cima do palco e experimentei tocar e filmar ao mesmo tempo. Foi ótimo e o povo enlouqueceu! Haha
Mais um show do The Reality Scientist, dessa fez em Brasília, no mega evento Playground Music Festival!
Resolvi postar esporadicamente, aqui no meu Blog, uma série de chamada: Dicas de Produção Musical para atender interessados, alunos e futuros alunos, quem sabe
A idéia da criação destes vídeos é do Ilan Kriger, professor e sócio fundador da AIMEC. Ele convidou alguns produtores e professores da escola para dar algumas dicas de produção. Gostei bastante do resultado final. A idéia também é criar novos amantes desse tema tão fascinante e complexo que é: Produção Musical.
Bom proveito!
Ilan é um fértil criador de e-music que já lançou mais de 100 faixas em vinil e em suportes digitais usando pseudônimos e assinando projetos diversos. Quem se depara com nomes como Ilan Kriger, Lighthouse, Br909, The Renegades, I. Kriger, Virtual Folder, Eletrodomésticos, Audio Buzzz, Projecto João Gaiola e DJ Edinho, está entrando em contato com a profusão de criatividade do artista.
Atuando em várias frentes e tocando muito nas baladas, Ilan não só trabalha como produtor, criando suas próprias faixas e remixando, como também participa dos projetos M.I.K.E AV, Projecto João Gaiola (banda, multimídia e DJ) e Live Pa Eletrodomésticos. Polivalente, desde o início de 2004 comanda a Academia Internacional de Música Eletrônica (AIMEC), a maior rede de escolas de DJs do Brasil, com sedes em Curitiba, Balneário Camboriú e Campinas.
Na extensa obra fonográfica, lançou faixas que foram executadas em decks dos clubs e festas de todas as cenas importantes. O hit “Capoeira”, por exemplo, entrou na case dos top DJs brasileiros Leozinho, Fabrício Peçanha, Anderson Noise e Mario Fischeti. A inclusão da faixa no set de Fischeti no Skol Beats (edição 2004) provocou frisson numa multidão de 10.000 pessoas que acompanhavam o Outdoor Stage. De norte a sul do país, a música foi tocada por dezenas de DJs.
E não pára por aí. Desde 2002, Ilan esteve freqüentemente na Europa fazendo cursos de especialização em produção musical em escolas como Manchester Midi School, Point Blank e Focus Training. Trabalhou ao lado de renomados produtores como Scott Mac, DJ Ant, Dave The Drummer e Graham Massey (que já trabalhou ao lado de artistas como as Spice Girls e Craig David). E ainda teve a oportunidade de se apresentar em eventos como Vinyl Zôo, Underground Resistance e Too Much.