Bloco 3: Programa Lupaluna e eu de VJ para Multishow! :)
Esse é o último bloco!
Nesse eu apareço só uma vez!
O foco deste bloco é na questão ambiental!
Tá bem legal, vale a pena ver!
Esse é o último bloco!
Nesse eu apareço só uma vez!
O foco deste bloco é na questão ambiental!
Tá bem legal, vale a pena ver!
Eu falando do BBB, é mole?! Haha A vida é mesmo surpreendente! O fato é que eu não me simpatizava com o programa, e quando o Brasil inteiro estava atento com as polemicas da “casa mais vigiada do Brasil” eu ficava pensando, e nem era implicância minha, que eu não tinha nem tempo para acompanhar.
Até que um dia uma pessoa inteligente e que eu admiro muito começou a me apontar o lado interessante e relevante do programa. Os argumentos dele me convenceram. O fato é que realmente, se você se interessa por psicologia, relacionamento humano, comunicação humana, então sem dúvida, o BBB passa a ser algo fascinante. E vai muito além disso, eu sempre fui uma pessoa que gostou de observar as outras, antes do BBB surgir eu sempre dizia que eu gostaria de me tornar invisível para poder vivenciar e observar fatos do cotidiano em diversas situações. Ficava imaginando como seria interessante simplesmente sentar com uma família desconhecida na hora de uma refeição, ou observar um casal namorando, ou ainda entrar dentro da cabeça de alguém pra analisar as diferenças, os objetivos, as prioridades e até as angústias.
Sou suspeito pra falar pois sou filho de pai e mãe psicanalistas, então cresci no meio de análises e observações do comportamento humano. A quem ache tudo isso muito chato, eu respeito às diferenças, mas confesso que adoro e por isso digo: não é a toa que sou artista!
Então eu comecei a perceber como realmente poderia ser interessante observar e analisar um reality show. Demorou 10 anos pra eu entender e aceitar essa idéia, mas me livrei do pré-conceito e resolvi experimentar. Hehe
Acabou que recentemente consegui tirar um grande aprendizado observando todas as polêmicas geradas naquela casa. Gostaria de compartilhar com vocês.
Na vida precisamos ficar atentos, conscientes e não podemos nos deixar levar. É sempre muito importante, por mais difícil que seja, tentarmos nos colocar no lugar do outro, humildemente.
Quando os problemas de comunicação começam a surgir entre as pessoas, acabamos nos prendemos apenas na nossa visão. Se o amigo do lado nos dá razão, daí complica ainda mais, pois nos firmamos na nossa idéia. Isso pode ser perigoso pois corremos o risco de acreditarmos numa verdade que pode não existir.
Então todo cuidado é pouco, e isso serve pra vida. É importante sim valorizarmos nossas intuições, também é importante trocarmos idéias com os amigos, mas o mais importante de tudo, ao meu ver, é o exercício de não julgar, o exercício de se colocar no lugar do outro pelo menos pra tentar entender. Muitas vezes o que acontece é uma briga de ego em que o outro perde a condição de poder rever, de se abrir.
É preciso e é possível mudar!
Olá a todos! A partir desse domingo que passou teremos aqui no blog um programa semanal! To bem animado e fiquei muito satisfeito com o primeiro resultado (vídeo abaixo)!
A idéia é fazer como um programa de televisão! Vou apresentar as idéias gerais e depois seguem as matérias.
O foco é sempre o mesmo: música, cultura, informação e atitude! Vou sempre falar de coisas positivas: boa música, novas tecnologias, ecologia, arte, consciência, meditação, enfim, só coisas bacanas pra fazer nossa vida mais saudável, mais alegre, pra gente viver melhor, em paz!
Reserve apenas 10 minutinhos da sua semana e curta o programa!
Deixe seu comentário, mande suas idéias para o próximo programa! Vou adorar recebe-las!
Um abraço de paz!
O que eu faço com a quantidade de amor que tem dentro de mim?
Lembrei agora daquela canção do Djavan:
“Mesmo se eu bebesse o mar não encheria o que eu tenho de fundo”.
É assim que me sinto e não tenho vergonha de dizer, sabe porque?
Por que ninguém nesse mundo deve ter vergonha de ser honesto, ninguém!
E só podemos ser honestos se já sabemos quem somos.
Lembrei de outro verso:
“Demoramos a vida toda para nos tornarmos jovens” (não encontrei o autor – ainda).
Quantos pensadores, quantos seres sensíveis, quanto amor tem nesse mundo.
Mas Renato Russo tinha razão: “Mudaram as estações, nada mudou”.
Hoje aprendi que ter paciência talvez seja o mais importante da vida.
É preciso paciência para amar.
Hoje, só eu sei todo amor que tenho para dar.
* Inspirado pelo agora. Nesse momento estou no meio da Mata Atlântica, numa fazenda em Itacaré / BA, ouvindo Jason Mras e outros pássaros e grilos que não param de cantar. Ainda sinto a brisa do mar. Um gato de poucos meses está no meu colo e tem uma vela de citronela acessa na minha esquerda para tentar espantar (e não matar) os mosquitos. Chove a paz.
Realmente é preciso lembrar mais do amor!
Meditar é isso!
No começo precisamos nos disciplinar para lembrar de amar.
Mas com o tempo (e só com o tempo) passamos naturalmente a amar ao longo de todo o dia.
É preciso do encontro para se envolver
Mas é preciso do dês-encontro para se dês-envolver!
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No meio de uma conversa muito boa e inspiradora com Sallun do grupo Pedra Branca, me veio essa idéia: é preciso dês-encontrar para dês-envolver! Já tinha pensado nisso? A palavra desenvolver já é fantástica por si só: a negação ao envolvimento! Incrível!
Isso me faz lembrar a relação: paixão e amor. Na paixão estamos ainda cegos pelo envolvimento enquanto no amor já estamos no puro dês-envolvimento! Fantástico não?
Que bom é ter conversas inspiradoras. E por falar em inspiração, você conhece o grupo Pedra Branca que citei acima? Se não, não deixe de entrar no site deles, banda incrível, idéias incríveis e muito inspiradoras. Grupo que conseguiu sair do envolvimento para o tão esperado dês-envolvimento!
Que todos os seres possam se dês-envolver!
O post de ontem me fez refletir sobre a carência humana.
É impressionante.
Você já parou pra pensar que cigarro é chupeta de adulto? A primeira vez que ouvi isso achei fantástico! Nunca tinha feito essa relação.
A diferença é que a mãe tira a chupeta da criança, mas quem é que vai tirar a chupeta do adulto?
Será que está faltando mais uma mãe? Ou a primeira não foi o suficiente?


Quando vejo alguém fumando consigo sentir que está faltando algo dentro.
Um dia vi um vídeo que dizia que uma pessoa, muitas vezes quando abre a geladeira atrás de algo, na verdade está buscando algo dentro q ainda não encontrou.
Não acho que é culpa de quem procura. O problema, e o grande desafio é conseguir enxergar o todo e compreender o que realmente está faltando.
O motivo pelo qual eu não fumo, não é porque estou completo por dentro. Pra mim também algo falta, me sinto ansioso e angustiado muitas vezes. Mas nesse momento olho pro cigarro e sei que se eu buscar nele o que me falta dentro vou estar destruindo o que me resta.
Esse é o ponto, final.
Para mim tempo não é dinheiro.
Para mim tempo é vida, e vida é tudo o que temos.
Todos nos queremos ser felizes, certo?
Muita gente pensa que dinheiro compra felicidade, desculpe, mas garanto que não compra!
Me dizem assim:
- Se eu comprasse aquele carro eu resolveria todos os meus problemas!
Me desculpe, não resolveria.
Também me dizem:
- Se eu comprasse aquela casa eu seria feliz.
Me desculpe, não seria.
Me dizem também:
- Se eu pagasse minhas dívidas eu tenho certeza que seria feliz!
Desculpe, não seria.
A felicidade não está fora, garanto.
Pra mim dinheiro é conseqüência da felicidade e não conseqüência do tempo.
Entende?
Por exemplo: eu ganho tanto por mês por que sou feliz. E não: eu sou feliz por que ganho tanto por mês. Percebe a diferença?
Então meu raciocínio é o inverso da maioria das pessoas: primeiro preciso escolher fazer algo que realmente me proporcione prazer: trabalhar com o dom que deus me deu.
Agora sim!
O que vai acontecer primeiro, na ordem cronológica do tempo é minha satisfação.
Trabalhar será algo muito prazeroso e ainda terei férias como recompensa.
Qual é o sentido de trabalhar com o que não gosto o ano inteiro, para no final do ano fazer o que gosto?
Não faz sentido!
O primeiro passo é fazer o que amamos, sem nada a temer.

Depois da satisfação vem a recompensa, naturalmente. Por que quando fazemos o que realmente amamos nosso olho brilha, todos percebem.
Quem não gosta de ficar perto de quem brilha? Quem não paga com prazer pra ter o que brilha, pra ver o que brilha?
Hoje em dia chamamos essa recompensa de dinheiro. Então o dinheiro é resultado de satisfação e não o contrário.
Quando não vivemos satisfeitos, achamos que o dinheiro vai comprar satisfação. Esse é o erro!
Depois de um tempo, se estivermos atentos, podemos perceber que se a satisfação não for interna, nunca ficamos realmente satisfeitos com o que vem de fora, sempre queremos mais e mais.
Assim ficamos doentes pelo consumo.
Quem nunca está satisfeito nunca está feliz.
Quem é feliz pode simplesmente ser, sem pressa e no tempo que for preciso.
Para mim: tempo é vida, e dinheiro é fruto da felicidade.