É preciso paciência para amar.
O que eu faço com a quantidade de amor que tem dentro de mim?
Lembrei agora daquela canção do Djavan:
“Mesmo se eu bebesse o mar não encheria o que eu tenho de fundo”.
É assim que me sinto e não tenho vergonha de dizer, sabe porque?
Por que ninguém nesse mundo deve ter vergonha de ser honesto, ninguém!
E só podemos ser honestos se já sabemos quem somos.
Lembrei de outro verso:
“Demoramos a vida toda para nos tornarmos jovens” (não encontrei o autor – ainda).
Quantos pensadores, quantos seres sensíveis, quanto amor tem nesse mundo.
Mas Renato Russo tinha razão: “Mudaram as estações, nada mudou”.
Hoje aprendi que ter paciência talvez seja o mais importante da vida.
É preciso paciência para amar.
Hoje, só eu sei todo amor que tenho para dar.
* Inspirado pelo agora. Nesse momento estou no meio da Mata Atlântica, numa fazenda em Itacaré / BA, ouvindo Jason Mras e outros pássaros e grilos que não param de cantar. Ainda sinto a brisa do mar. Um gato de poucos meses está no meu colo e tem uma vela de citronela acessa na minha esquerda para tentar espantar (e não matar) os mosquitos. Chove a paz.
Muito legal!
Abraços Claudinho!
Ps: Parabéns pelo seu trabalho!
Gostei do seu ‘momento’ qdo escreveu isso.
E que bom que tem muito amor em vc, isso é importante! =)
Bjos
Que maravilhoso poder compartilhar, mesmo que somente lendo, de um momento
tao especial como este !
Valeu querido por transmitir tudo isso tao bem para nos !
Bjao
Sem palavras Mil palavras para o que vc vive!